07 nov

Ação Social, doe brinquedos!

Ação Social, doe brinquedos!

Este será o sexto ano consecutivo que a Revista Swiss Park arrecada brinquedos para as crianças do bairro Nossa Sra. Aparecida; esperamos a sua doação!

Vamos começar novamente? Já demos início à ação social de Natal promovida pela Revista Swiss Park para oferecer um fim de ano feliz, divertido e com brinquedos para as crianças do bairro Nossa Senhora Aparecida, que fica próximo do Aeroporto de Viracopos. Nosso projeto existe desde 2011, quando realizamos a campanha pela primeira vez e conseguimos grande apoio da Família Swiss Park. Assim tem sido desde então: nós recebemos brinquedos novos e usados (que não estejam quebrados) no Casarão do Swiss Park. Depois, agendamos uma data para a entrega lá no bairro, quando a AGV Campinas Empreendimentos (loteadora do Swiss Park) proporciona para as crianças uma manhã com brincadeiras, sorvetes, pipoca, lanchinhos e refrigerantes. Uma rede de voluntários é acionada e o Papai-Noel entrega os brinquedos para cada uma das crianças cadastradas. O cadastro é feito pelo Ircamp.

A entrega dos brinquedos será no dia 15 de dezembro. Então, faça sua doação no Casarão do Swiss Park até o dia 9 de dezembro. Lembre-se: brinquedos novos e usados, que não podem estar quebrados. Se você quiser participar e ajudar no dia da entrega, será um prazer para nós. Participe!

O Instituto de Reabilitação de Campinas (Ircamp), entidade sem fins lucrativos, existe desde 1981, desenvolve um trabalho de ajuda à comunidade do bairro e lá mantém uma modesta sede localizada na Rua 10, nº 91, bairro Nossa Senhora Aparecida. O telefone é (19) 3265.1869 e quem fica na sede é a assistente social Andressa Corte de Souza. Eles estão de portas abertas para todos que quiserem fazer uma visita. O bairro tem cerca de 700 famílias que precisam de ajuda. Desde que começamos as campanhas no Swiss Park, entregamos cerca de 500 brinquedos, anualmente.

Arrecadação de brinquedos novos ou usados: no plantão de vendas do Casarão, no Swiss Park Campinas. Diariamente, das 9h às 18h, até o dia 9 de dezembro. Esperamos a sua doação!

 

24 out

1º Encontro Food Truck do Swiss Park

1º Encontro Food Truck do Swiss Park

Superou todas as expectativas!

Cerca de 4 mil pessoas passaram pelo 1º Encontro Food Truck do Swiss Park em Outubro de 2015 e conferiram as delícias sobre rodas espalhadas em uma das áreas mais bonitas do complexo

Superando todas as expectativas, o público que circulou nos dois dias do 1º Encontro Food Truck no Swiss Park chegou na marca das 4 mil pessoas. O evento aconteceu nos dias 24 e 25 de outubro de 2015, e reuniu trucks de várias especialidades gastronômicas, com escolhas para todos os gostos. O local escolhido para dispor as delícias sobre rodas foi a área atrás do Casarão histórico, onde funciona o plantão de vendas do Swiss Park. O clima aberto, sem chuva, surpreendeu os organizadores; afinal, na semana anterior os dias estavam chuvosos. Boa música, apresentações de dança, tecido e lira pela Cia. Circense, espaço para quick massage, espaço kids, com brinquedos e pintura facial fizeram parte do fim de semana.

No primeiro dia, o sábado, eram 12 opções de comidas, com variedades de dar água na boca, entre elas pizzas, carnes, hot dog, wraps, sanduíches diferenciados, churros, picolés gourmet, doces. “Muita gente optou pelo sábado e o número de pessoas foi uma enorme surpresa”, conta Marco Aurélio Folis que – em parceria com a AGV Campinas Empreendimentos, loteadora do Swiss Park – organizou o evento. Rapidamente a equipe se mobilizou para atender o público. “Já no domingo, recebemos mais três opções de trucks, organizamos mais mesas e cadeiras, melhoramos o fluxo do estacionamento, e o público pôde se acomodar com mais conforto”, conta o representante da AGV. Outra opção de yakissoba, comida japonesa e delícias feitas com batatas somaram aos trailers que já tinham servido no dia anterior. “Foi um evento para a família e amigos. Os dois dias estavam lindos e a bela paisagem do Swiss Park proporcionou um final de semana bem bacana, divertido e saboroso”, continua o organizador. Convívio entre os moradores e boa comida eram, desde o início, os objetivos da organização. E muita gente aprovou o evento, que deve ser repetido em breve, sempre com aprimoramentos e melhorando a cada edição.

 
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Comida a céu aberto

A moda dos food trucks chegou ao Brasil em 2012, quando os trailers surgiram em São Paulo. Mas não com aquela ideia antiga de comida de rua. O foco começou a ser a comida gourmet, de qualidade. No Swiss Park, o clima era descontraído e informal, tudo misturado às receitas bacanas disponíveis. Moradores, seus familiares, amigos e gente de várias partes de Campinas prestigiaram o evento.

 

24 out

Meia Maratona de Campinas foi sucesso no Swiss Park

Meia Maratona de Campinas foi sucesso no Swiss Park

Participantes aprovaram a realização do evento dentro do complexo urbanístico em meio à natureza

Foi um sucesso a 12ª Meia Maratona de Campinas que aconteceu no dia 19 de julho de 2009 no Swiss Park. Cerca de 1.500 pessoas estiveram presentes no evento que movimentou o complexo urbanístico.

Em meio à natureza, os atletas percorreram praticamente todas as avenidas que contornam os 17 loteamentos fechados do Swiss Park.  A prova foi realizada em duas modalidades: os 21,1 quilômetros tradicionais de uma meia maratona e uma caminhada de cinco quilômetros e o contou com o apoio de equipes de trânsito, segurança e socorro.

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Na disputa masculina, o atleta Silvano Lima Pinto, de Elias Fausto, terminou a prova em 1h12’26’’ e levou o primeiro lugar. De acordo com o esportista, a estrutura montada próximo a natureza foi um fator muito positivo para ele vencer a prova. “Correr com essa vista linda e com esse ar fresco é um privilégio muito grande. Apesar das subidas serem extensas completei a prova no tempo que havia previsto”, contou o atleta, ainda ofegante.

 

 

 

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Já na categoria feminina, o destaque foi para a atleta Ana Proença que realizou a sua primeira meia maratona e conquistou o primeiro lugar. Foram exatamente 1h38’08’’ para colocar a portuguesa, moradora de Campinas, no pódio. “Era para ser apenas um treino para a meia maratona do Rio de Janeiro, mas acabei vencendo. Estou muito realizada”, diz Ana, que dedicou a vitória a sua filha que completou oito anos no mesmo dia.

 

 

 

A prova também contou com a participação de moradores e proprietários de terrenos do Swiss Park, entre eles o casal Eloisa e Luiz Carlos Mori, do residencial Baden. “Concluímos os cinco quilômetros de caminhada em 39,5 minutos. Aprovadíssima a escolha do Swiss Park para a realização do evento”, elogiou Eloisa.

Em todas as últimas edições, a corrida foi realizada na Estrada das Cabras, no distrito de Joaquim Egídio. Com o aumento da demanda de atletas no evento, a organização resolveu buscar um lugar maior. “Realizar a prova dentro do Swiss Park foi uma decisão excelente. As avenidas largas com asfalto impecável, a limpeza das vias e a segurança do complexo urbanístico contribuíram muito para o sucesso do evento. Tivemos um aumento de inscrições, principalmente na caminhada, de 20% em relação ao ano passado”, diz Paulo Zimmermann, diretor comercial da TVB – emissora de televisão afiliada do SBT Campinas e Baixada Santista, responsável pela realização do evento em parceria com a CUCA (Corredores Unidos de Campinas), que realiza provas e participa de competições sempre com um número bastante expressivo e atletas.

A organização e a estrutura do evento realizado pela empresa especializada em eventos esportivos, Walker Track, foram muito elogiadas pelos participantes. A cada três quilômetros havia postos de hidratação e na chegada muitas frutas foram distribuídas aos participantes. Cerca de 26 mil copos de água e três mil isotônicos foram disponibilizados para os atletas. “A organização está de parabéns. Me senti amparada o percurso todo”, diz Ana Proença, vencedora da categoria feminina.

Meia Maratona e Swiss Park a favor do meio ambiente

Para incentivar o equilíbrio do meio ambiente o Swiss Park doou aos participantes inscritos na Meia Maratona mudas de árvores que foram plantadas no Parque Botânico, localizado dentro do complexo urbanístico.

O casal Eduardo e Fabiane Ferigato, futuros moradores do Luzern, levaram a filha Juliana para participar desse gesto tão importante. “Quanto plantávamos fomos explicando para a nossa filha a importância ecológica desse ato tão simples”, apontou Fabiane.

A atleta Adalto Paes de Andrade também foi fazer a sua parte, após completar o percurso da Meia Maratona, fez o plantio da sua muda. “É um privilégio fazer esse plantio em um lugar tão bonito como o Swiss Park”, disse.

 

04 out

Fazenda soma mais de 200 anos de história

Fazenda soma mais de 200 anos de história

Terras ocupadas pelo Swiss Park Campinas trazem na sua história os áureos tempos da produção agrícola e o pioneirismo do Visconde de Indaiatuba

 

No passado, a Fazenda Sete Quedas foi marcada por histórias de gerações de famílias, fundamentais para a memória de Campinas, de títulos nobres e também de imigrantes italianos e alemães que vieram trabalhar como colonos nas terras brasileiras em busca de uma vida melhor. Talvez um dos nomes mais expressivos na genealogia sucessória da Sete Quedas seja do Visconde de Indaiatuba, título honorífico do fazendeiro Joaquim Bonifácio do Amaral. Ele foi o primeiro fazendeiro a substituir na região a mão de obra escrava por imigrantes alemães. Mas a Sete Quedas também abrigou um grupo de imigrantes italianos que chegou ao Brasil e veio direto para a fazenda trabalhar nas lavouras. Essas e outras lembranças são contadas por descendentes de outro proprietário da Fazenda, Fernão Pompeu de Camargo, que virou nome de rua em Campinas, considerado um liberal que experimentou plantar até algodão. Antes, sair do centro de Campinas e visitar a Fazenda era uma “viagem” e, agora, é um trajeto de apenas dez minutos. Como marco e centro dos áureos tempos, segue até hoje o casarão. Preservado há mais de dois séculos, ele resiste firmemente ao tempo e se integra à modernidade.

 

Em 1802, o tenente José Rodrigues Ferraz do Amaral comprou as terras de José Antonio de Figueiró e Isabel Correia da Cunha, por 260 mil réis. Na literatura histórica, a área foi descrita como “um sítio e terras a eles (Figueiró e Isabel) pertencentes, na paragem chamada sete quedas”. Na época, segundo documento citado por Celso Maria de Mello Pupo, no livro “Campinas, Município no Império”, a propriedade continha “dois laços de casa de taipa de pilão coberta de telhas”. Depois, Amaral comprou terras vizinhas e ampliou a propriedade. A área transformou-se em um latifúndio que, na sequência, foi dividido em várias fazendas como Jambeiro, Cachoeira e Pedra Grande. A Fazenda Sete Quedas era a sede deste latifúndio e continuou depois do desligamento das outras fazendas com o mesmo proprietário até o seu falecimento, em 1819. Os filhos de Amaral herdaram a propriedade, porém a sede ficou com o Visconde de Indaiatuba. Em 1885, a Fazenda pertencia à Viscondessa de Indaiatuba, com 312 mil pés de café em terra massapé, com máquinas de benefício à água e terreiros atijolados. Em 1900, a Fazenda era da filha e do genro do Visconde, Jessy e Augusto de Sousa Queirós, com uma produção de 17 mil arrobas de café. Em 1914, pertencia à viúva Jessy do Amaral Souza Queirós, com 500 alqueires de terras e 400 mil pés de café. A Sete Quedas foi então concedida a Fernão Pompeu de Camargo, sobrinho dos Viscondes e o primeiro presidente da Sociedade Hípica de Campinas. Fernão vendeu a Fazenda para Aurélio Belotti. Na década de 70, a Fazenda foi adquirida pelo banqueiro Amador Aguiar, do Bradesco, o que explica o nome Fazenda Bradesco.

 

moinho-swiss-park-campinasÁureos tempos

Fernão Pompeu de Camargo morou durante toda sua vida na Fazenda. Ele morreu aos 75 anos, em 1952, em Campinas, poucos anos depois de ter vendido a propriedade para Belotti. A esposa de Fernão, Izaura de Queiros Pompeu, faleceu aos 84 anos em 1958. Os áureos tempos da Fazenda eram expressos pela imponência da arquitetura da casa grande e no mobiliário sofisticado – boa parte importada e atualmente peça de antiquário. A mesa de jantar, usada nas festas familiares, tinha 36 cadeiras. Depois que a Fazenda foi vendida, os móveis foram utilizados para mobiliar 14 casas de parentes.

 

Descendentes

O economista aposentado Fernão Pompeu de Camargo Neto, volta à infância e cita o cachorro da fazenda, que percorria as belas escadarias de madeira maciça. Nos dias de hoje é possível ver no Swiss Park Campinas não só o madeiramento de 200 anos preservado do corrimão, pilar e chão, como também as portas e batentes (madeira ipê) e demais pisos do casarão. Gradis, fechaduras e os vidros decorados da parte superior das portas duplas também são do tempo de Visconde de Indaiatuba, muito antes de Fernão. O irmão de Fernão Neto, o mecânico de manutenção aposentado Marcelo Pompeu de Camargo, lembra do pomar da fazenda e da personalidade arrojada do avô. “Ele era liberal; era defensor do trabalho livre de imigrantes no campo, era querido por descendentes de escravos e uma de suas características era a coragem de empregar novidades nas terras. Ele foi experimentador de culturas agrícolas. Na década de 20, chegou a introduzir até algodão. Foi o primeiro a usar o termo meeiro na região”, conta Marcelo. A cultura de algodão era incomum na redondeza. E como o algodão não era aclimatado na região, a iniciativa não teve vida longa. A outra neta de Fernão, a socióloga da Puc-Campinas, Dulce Maria Pompeu de Camargo, lembra do tempo em que sair de Campinas e visitar a fazenda dos avós, onde hoje é o Swiss Park Campinas (a dez minutos do centro da cidade), era uma viagem. O caminho que faziam virou nome de rua em Campinas, Fernão Pompeu de Camargo, no bairro Jardim do Trevo.

 

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Capela

Um dos pontos mais bonitos da Fazenda Sete Quedas e que pode ser usufruído nos dias de hoje é a Capela de Santo Antônio. Aconchegante e simples, a igrejinha tem belas imagens do seu santo homenageado e é usada hoje para terços e celebrações especiais. A arquitetura da capela acompanha o estilo da sede da fazenda, bem como a infraestrutura das demais construções da época dos nobres moradores. Em meio a arbustos e árvores, a capela é um convite a momentos de paz e harmonia com a natureza. Próximo da capela há um conjunto arquitetônico ímpar e que serve de cartão postal do Swiss Park Campinas. Com ares medievais, a romântica ponte e o antigo moinho de vento encantam futuros moradores e visitantes. A construção é mais recente. Mas, sem dúvida, também é um patrimônio do empreendimento. Ao passar pelo local, os visitantes podem ser tomados por várias imagens ao mesmo tempo, como Dom Quixote, Romeu e Julieta ou Em Algum Lugar do Passado. Inserido na paisagem exuberante, o lugar também é um convite a boas horas de lazer e convívio.

18 ago

Master tem nova gestão

Master tem nova gestão

Membros do novo Comitê Executivo da Master foram
eleitos em abril.

No dia 27 de abril foi realizada a Assembleia da Associação Master, da qual participaram todos os titulares dos Conselhos Executivo e Fiscal de cada associação. Na assembleia, foram aprovadas por unanimidade as alterações para o Estatuto Social e as contas do período de 2015, e também foi dada posse aos novos membros do Conselho Diretor, órgão máximo da Master que é composto pelos presidentes e vice-presidentes de cada Associação dos residenciais do Swiss Park.

As alterações do Estatuto Social consistem basicamente na separação da Diretoria Técnica em duas áreas: a primeira de projetos, infraestrutura e manutenção e a outra em TI e telecom. Além disso, na extensão da participação na Diretoria Executiva no Conselho Diretor por três anos após fim do mandato na sua associação, caso estes venham a ser eleitos para algum cargo, com o objetivo de aproveitar a experiência e a maior disponibilidade dos participantes. A partir de 2017, portanto, a eleição dos membros do Comitê-Executivo será bienal, junto com a mesa do Conselho Diretor.

Após a posse do Conselho Diretor completo, foi eleito o novo Comitê-Executivo. Abaixo a nova diretoria completa:

Comitê-Executivo (gestão 2016)

Presidente: Ricardo Pereira de Lima (Luzern).

Diretor administrativo: Marcelo Luiz Sangion Basso (Genève).

Diretor financeiro: Cleo Citrangulo Filippi Júnior (Luzern).

Diretor técnico de projetos, infraestrutura e manutenção: Pedro Sidney Ungaretti (Basel).

Diretor técnico de TI e telecom: Eduardo Guines (Zürich).

Diretor de segurança: Guilherme Crepaldi Teixeira Silva (Basel).

Mesa do Conselho Diretor (gestão 2015 2017)

Presidente: Vladimir Renato Angeloni (St. Moritz).

Vice-presidente: Marcelo Eduardo Polli (Fribourg).

1º secretário: Ricardo Burgos Machado (Vevey).

2º secretário:  Maurício Sollitto Júnior (Zermatt).

Administração da Master

Sobre a formação do Conselho Diretor da Master, o Estatuto Social do Swiss Park aponta que os presidentes e os vice-presidentes das associações de cada um dos residenciais são “membros natos”. A partir destes é que são escolhidos os quatro membros que ocupam os cargos de presidente, vice-presidente, primeiro e segundo secretários, para uma gestão de dois anos. Quando esses nomes são eleitos, eles referendam os nomes do Comitê-Executivo, que é o órgão responsável pelas decisões do cotidiano da Master. Esse Comitê era eleito anualmente. A partir de 2017 será também a cada dois anos.

18 ago

10 Anos de Swiss Park

10 Anos de Swiss Park

Em abril de 2006 o Swiss Park era lançado ao mercado. E desde então o complexo não para de crescer e de encantar moradores e visitantes

Em abril de 2006 começavam as vendas dos terrenos no Swiss Park Campinas. Então, neste mês, o complexo urbanístico comemora dez anos desde que os primeiros futuros moradores e investidores acreditaram no projeto. Em uma área de cinco milhões de metros quadrados, o Swiss Park tinha um conceito bastante inusitado e as pessoas se encantavam – desde aquele início – com o que viria a ser o empreendimento. No projeto, que começou em 2004, quando a AGV Campinas Empreendimentos adquiriu a área da antiga Fazenda Bradesco, cidades suíças emprestavam seus nomes aos residenciais. Era a união da beleza natural brasileira aos conceitos de sofisticação, desenvolvimento e padrão elevado de vida que são realidade na Europa, mais especificamente na Suíça. O conceito abrangia quatro pilares: segurança, proximidade com a natureza, conveniência e localização. Tudo em um único lugar e o sucesso foi enorme.

O Zürich foi o primeiro residencial a ser lançado. Somente em 2006, outros três residenciais – o Baden, o Luzern e o Lauerz – foram lançados e sempre com filas de carros no momento da abertura das vendas, de pessoas aguardando para escolher os lotes com as posições mais privilegiadas dentro dos desenhos dos residenciais. Foram mais de dois mil terrenos vendidos no período de um ano, o que tornou o Swiss Park uma referência no mercado imobiliário local. “Quem chegava aos nossos plantões se encantava com a proposta. Era muita gente em busca do projeto que oferecíamos, principalmente nesta área da cidade; então, o crescimento foi rápido e surpreendente”, lembra Ricardo Anversa, diretor da AGV. Atualmente os 16 residenciais já comercializados (falta apenas o lançamento do Bern, o último loteamento do Swiss Park) abrigam cerca de seis mil moradores e somados às cerca de 1.700 pessoas que trabalham no Swiss Park Office, condomínio de escritórios localizado dentro do complexo e lançado para vendas em 2008, formam uma população de 7.700 pessoas que convivem diariamente com a natureza e todas as qualidades únicas disponíveis no empreendimento.

Transformação

Há dez anos, quando foram iniciadas as obras de terraplanagem, dos muros e a abertura de ruas e avenidas, o Swiss Park vem modificando o cenário da região sul de Campinas. A valorização que os terrenos dentro do complexo tiveram neste período, bem como a suntuosidade das residências construídas, a preservação da natureza e o crescimento de toda a área que circunda o complexo continuam surpreendendo o mercado imobiliário. “Sem dúvida, a importância de um empreendimento da proporção do Swiss Park para Campinas contribuiu para a expansão econômica da cidade. Um empreendimento sustentável, com uma iniciativa ecologicamente correta, com sistema viário adequado e com muito respeito às regras de urbanismo e do meio ambiente”, comenta Anversa. O marco que fica na entrada do complexo, o Relógio, já é tradicional para todos que passam na Rodovia Anhanguera e avistam o empreendimento. O Viaduto Compositor Carlos Gomes, que fica em frente da entrada principal do Swiss Park – e que teve as obras custeadas integralmente pela AGV –, é outro diferencial que facilitou e tornou mais seguro o trânsito na região. A ponte de 97 metros de comprimento construída sobre a Rodovia Anhanguera e as alças de acesso melhoraram a rotina não só de quem mora ou trabalha no complexo, mas de toda a região.

Fazenda com 200 anos de história

As terras ocupadas pelo Swiss Park Campinas trazem na sua história os áureos tempos da produção agrícola. A Fazenda Sete Quedas foi propriedade do Visconde de Indaiatuba. Nos anos 70, foi adquirida pelo banqueiro Amador Aguiar, do Bradesco, o que explica o nome Fazenda Bradesco. Como marco e centro dos tempos das plantações de café, segue até hoje o Casarão. Preservado há mais de dois séculos, ele resiste firmemente ao tempo e se integra à modernidade atual do complexo. Em 2006, parte do encantamento das pessoas que conheciam o lançamento que era o Swiss Park se devia também a essa preservação. A Capela Santo Antonio é outro ponto remanescente da Fazenda Sete Quedas. Simples, charmosa e aconchegante, a arquitetura da capela acompanha o estilo da sede da fazenda. E, bem próximo dali, há outro cartão-postal do Swiss Park: com ares medievais, a romântica ponte e o antigo moinho de vento encantam moradores e visitantes. A construção é mais recente, mas também é um patrimônio do empreendimento.

Negócio dos sonhos

Em 2006, na Semana Santa, o morador do Zürich Osvaldo Viola ouviu da esposa Maria de Lourdes que queria mostrar a ele um negócio dos sonhos. Quando chegou ao Swiss Park, ficou encantado com a área verde e com toda a proposta do local. Não pensou muito e todo o dinheiro que estava reservado para a construção de uma casa para a família no Parque Prado, bairro vizinho, investiu no complexo urbanístico pensando nos filhos Andrea e Allan. “Estamos há cinco anos morando aqui. O encantamento é o mesmo de dez anos atrás. Eu e minha família estamos muito contentes e satisfeitos com tudo que vem acontecendo no complexo”, conta.

“Confiamos! E continuamos apaixonados”

A família de Nelma de Fátima Gonçalves Fernandes foi a sétima a se mudar para o Zürich. Após três anos de construção da casa e há sete morando no residencial, Nelma conta que se encantou com o Swiss Park desde a primeira impressão. “Viemos conhecer o complexo no pré-lançamento e, naquele mesmo dia, arrisquei em comprar um terreno vendo apenas a maquete. Confiamos! E desde então, somos apaixonados por este local, não só pela boa localização da nossa casa, bem em frente de um dos lagos do empreendimento, mas também pela segurança que temos”, comenta.

Certeza no investimento

Priscilla e Ranyery, na época ainda noivos, chegaram ao pré-lançamento do Zürich às 5 horas da manhã. Estavam ansiosos para comprar o terreno que seria a residência da futura família, hoje com uma integrante a mais: a filha Giovanna. “Acreditamos no Swiss Park desde o início e tínhamos certeza de que o investimento daria certo. Guiamo-nos pelo sentimento e estamos há três anos morando no residencial”, afirma. Para a família, o futuro do complexo urbanístico era certeiro. “E temos essa certeza até hoje. Vemos como uma cidade organizada, com mais pessoas chegando e novos negócios se abrindo. Ainda faltam alguns empreendimentos, como escolas e mais farmácias por exemplo, mas acreditamos que em breve não precisaremos sair daqui para nada.”