19 jan

Villa Suíça é um loteamento em Manaus com estrutura de bairro planejado

Villa Suíça é um loteamento em Manaus com estrutura de bairro planejado

Imagine o lugar que você gostaria de morar. Provavelmente ele será tranquilo, próximo das áreas verdes, com uma vizinhança bem acolhedora e várias comodidades na rotina, certo? Para realizar esse desejo de morar bem, o Villa Suíça é um loteamento em Manaus que você precisa conhecer.  

Villa Suíça vai além de um loteamento em Manaus! 

 “É muito bom, meu filho mora lá. Estou vendendo minha casa para comprar uma no Villa Suíça. Meu marido ama pois é tranquilo”, o comentário de Deja Santos nas redes sociais reafirma um dos fatores que diferencia o Villa Suíça como loteamento em Manaus, com a proximidade dos moradores. 

Desde o anúncio do lançamento do empreendimento em 2011, o conceito de vilas se destacou, associado aos tradicionais núcleos de casas reunidos ao redor de uma avenida ou praça central. Assim, de forma planejada, o trânsito do local foi projetado para ser estável e regular, oferecendo mais segurança e privacidade aos moradores.

O loteamento planejado também integra 95 mil m² em áreas verdes com espaços comerciais, para facilitar a rotina dos moradores. Ao todo, são 1.258 lotes, sendo 1.083 residenciais e 202 comerciais, com o diferencial de contar com a infraestrutura completa, com asfalto concluído, drenagem das redes de água e esgoto, iluminação pública e paisagismo. 

O fácil acesso é outro diferencial deste loteamento em Manaus. Instalado na Zona Oeste da cidade, no bairro Tarumã (um dos mais procurados da cidade), o empreendimento conta com uma das maiores e melhores avenidas da capital, a Avenida do Turismo, que facilita o deslocamento dos moradores e visitantes, com proximidade ao Aeroporto Internacional de Manaus – Eduardo Gomes (5 minutos), mercado Expresso Tarumã (5 minutos) e do Shopping Via Norte (10 minutos).

Há padronização de construção no Villa Suíça Manaus? 

Dúvida comum para quem busca um loteamento em Manaus, no Villa Suíça não há um padrão ou modelo de construção preestabelecido pela incorporadora. A orientação é que os proprietários dos lotes peçam aos responsáveis técnicos das obras que busquem a Prefeitura para obter as diretrizes para iniciar a construção.

Com lotes de 200 a 488m² e um amplo leque de opções topográficas, todos os lotes do Villa Suíça estão já prontos para construir, com a vantagem de já estarem 100% regularizados.

Se você também quer sair do aluguel e construir o projeto mais confortável para a sua família em um loteamento em Manaus, o Villa Suíça está com condições especiais de financiamento direto com a Incorporadora.

✔ A partir de R$85.000,00;
✔ Sem comprovação de renda;
✔ ITBI e escritura por nossa conta. 

Viva na conveniência de um loteamento em Manaus, fale com um dos nossos corretores pelo WhatsApp, ligue (92) 3028-8114  ou agende sua visita no plantão de vendas na Av. do Turismo, 9.821, aberto todos os dias, das 8h às 18h. 

07 nov

Ação Social, doe brinquedos!

Ação Social, doe brinquedos!

Este será o sexto ano consecutivo que a Revista Swiss Park arrecada brinquedos para as crianças do bairro Nossa Sra. Aparecida; esperamos a sua doação!

Vamos começar novamente? Já demos início à ação social de Natal promovida pela Revista Swiss Park para oferecer um fim de ano feliz, divertido e com brinquedos para as crianças do bairro Nossa Senhora Aparecida, que fica próximo do Aeroporto de Viracopos. Nosso projeto existe desde 2011, quando realizamos a campanha pela primeira vez e conseguimos grande apoio da Família Swiss Park. Assim tem sido desde então: nós recebemos brinquedos novos e usados (que não estejam quebrados) no Casarão do Swiss Park. Depois, agendamos uma data para a entrega lá no bairro, quando a AGV Campinas Empreendimentos (loteadora do Swiss Park) proporciona para as crianças uma manhã com brincadeiras, sorvetes, pipoca, lanchinhos e refrigerantes. Uma rede de voluntários é acionada e o Papai-Noel entrega os brinquedos para cada uma das crianças cadastradas. O cadastro é feito pelo Ircamp.

A entrega dos brinquedos será no dia 15 de dezembro. Então, faça sua doação no Casarão do Swiss Park até o dia 9 de dezembro. Lembre-se: brinquedos novos e usados, que não podem estar quebrados. Se você quiser participar e ajudar no dia da entrega, será um prazer para nós. Participe!

O Instituto de Reabilitação de Campinas (Ircamp), entidade sem fins lucrativos, existe desde 1981, desenvolve um trabalho de ajuda à comunidade do bairro e lá mantém uma modesta sede localizada na Rua 10, nº 91, bairro Nossa Senhora Aparecida. O telefone é (19) 3265.1869 e quem fica na sede é a assistente social Andressa Corte de Souza. Eles estão de portas abertas para todos que quiserem fazer uma visita. O bairro tem cerca de 700 famílias que precisam de ajuda. Desde que começamos as campanhas no Swiss Park, entregamos cerca de 500 brinquedos, anualmente.

Arrecadação de brinquedos novos ou usados: no plantão de vendas do Casarão, no Swiss Park Campinas. Diariamente, das 9h às 18h, até o dia 9 de dezembro. Esperamos a sua doação!

 

24 out

1º Encontro Food Truck do Swiss Park

1º Encontro Food Truck do Swiss Park

Superou todas as expectativas!

Cerca de 4 mil pessoas passaram pelo 1º Encontro Food Truck do Swiss Park em Outubro de 2015 e conferiram as delícias sobre rodas espalhadas em uma das áreas mais bonitas do complexo

Superando todas as expectativas, o público que circulou nos dois dias do 1º Encontro Food Truck no Swiss Park chegou na marca das 4 mil pessoas. O evento aconteceu nos dias 24 e 25 de outubro de 2015, e reuniu trucks de várias especialidades gastronômicas, com escolhas para todos os gostos. O local escolhido para dispor as delícias sobre rodas foi a área atrás do Casarão histórico, onde funciona o plantão de vendas do Swiss Park. O clima aberto, sem chuva, surpreendeu os organizadores; afinal, na semana anterior os dias estavam chuvosos. Boa música, apresentações de dança, tecido e lira pela Cia. Circense, espaço para quick massage, espaço kids, com brinquedos e pintura facial fizeram parte do fim de semana.

No primeiro dia, o sábado, eram 12 opções de comidas, com variedades de dar água na boca, entre elas pizzas, carnes, hot dog, wraps, sanduíches diferenciados, churros, picolés gourmet, doces. “Muita gente optou pelo sábado e o número de pessoas foi uma enorme surpresa”, conta Marco Aurélio Folis que – em parceria com a AGV Campinas Empreendimentos, loteadora do Swiss Park – organizou o evento. Rapidamente a equipe se mobilizou para atender o público. “Já no domingo, recebemos mais três opções de trucks, organizamos mais mesas e cadeiras, melhoramos o fluxo do estacionamento, e o público pôde se acomodar com mais conforto”, conta o representante da AGV. Outra opção de yakissoba, comida japonesa e delícias feitas com batatas somaram aos trailers que já tinham servido no dia anterior. “Foi um evento para a família e amigos. Os dois dias estavam lindos e a bela paisagem do Swiss Park proporcionou um final de semana bem bacana, divertido e saboroso”, continua o organizador. Convívio entre os moradores e boa comida eram, desde o início, os objetivos da organização. E muita gente aprovou o evento, que deve ser repetido em breve, sempre com aprimoramentos e melhorando a cada edição.

 
foodtruck_swiss_park

Comida a céu aberto

A moda dos food trucks chegou ao Brasil em 2012, quando os trailers surgiram em São Paulo. Mas não com aquela ideia antiga de comida de rua. O foco começou a ser a comida gourmet, de qualidade. No Swiss Park, o clima era descontraído e informal, tudo misturado às receitas bacanas disponíveis. Moradores, seus familiares, amigos e gente de várias partes de Campinas prestigiaram o evento.

 

24 out

Meia Maratona de Campinas foi sucesso no Swiss Park

Meia Maratona de Campinas foi sucesso no Swiss Park

Participantes aprovaram a realização do evento dentro do complexo urbanístico em meio à natureza

Foi um sucesso a 12ª Meia Maratona de Campinas que aconteceu no dia 19 de julho de 2009 no Swiss Park. Cerca de 1.500 pessoas estiveram presentes no evento que movimentou o complexo urbanístico.

Em meio à natureza, os atletas percorreram praticamente todas as avenidas que contornam os 17 loteamentos fechados do Swiss Park.  A prova foi realizada em duas modalidades: os 21,1 quilômetros tradicionais de uma meia maratona e uma caminhada de cinco quilômetros e o contou com o apoio de equipes de trânsito, segurança e socorro.

meia_maratona

Na disputa masculina, o atleta Silvano Lima Pinto, de Elias Fausto, terminou a prova em 1h12’26’’ e levou o primeiro lugar. De acordo com o esportista, a estrutura montada próximo a natureza foi um fator muito positivo para ele vencer a prova. “Correr com essa vista linda e com esse ar fresco é um privilégio muito grande. Apesar das subidas serem extensas completei a prova no tempo que havia previsto”, contou o atleta, ainda ofegante.

 

 

 

meia_maratona_swiss_park

Já na categoria feminina, o destaque foi para a atleta Ana Proença que realizou a sua primeira meia maratona e conquistou o primeiro lugar. Foram exatamente 1h38’08’’ para colocar a portuguesa, moradora de Campinas, no pódio. “Era para ser apenas um treino para a meia maratona do Rio de Janeiro, mas acabei vencendo. Estou muito realizada”, diz Ana, que dedicou a vitória a sua filha que completou oito anos no mesmo dia.

 

 

 

A prova também contou com a participação de moradores e proprietários de terrenos do Swiss Park, entre eles o casal Eloisa e Luiz Carlos Mori, do residencial Baden. “Concluímos os cinco quilômetros de caminhada em 39,5 minutos. Aprovadíssima a escolha do Swiss Park para a realização do evento”, elogiou Eloisa.

Em todas as últimas edições, a corrida foi realizada na Estrada das Cabras, no distrito de Joaquim Egídio. Com o aumento da demanda de atletas no evento, a organização resolveu buscar um lugar maior. “Realizar a prova dentro do Swiss Park foi uma decisão excelente. As avenidas largas com asfalto impecável, a limpeza das vias e a segurança do complexo urbanístico contribuíram muito para o sucesso do evento. Tivemos um aumento de inscrições, principalmente na caminhada, de 20% em relação ao ano passado”, diz Paulo Zimmermann, diretor comercial da TVB – emissora de televisão afiliada do SBT Campinas e Baixada Santista, responsável pela realização do evento em parceria com a CUCA (Corredores Unidos de Campinas), que realiza provas e participa de competições sempre com um número bastante expressivo e atletas.

A organização e a estrutura do evento realizado pela empresa especializada em eventos esportivos, Walker Track, foram muito elogiadas pelos participantes. A cada três quilômetros havia postos de hidratação e na chegada muitas frutas foram distribuídas aos participantes. Cerca de 26 mil copos de água e três mil isotônicos foram disponibilizados para os atletas. “A organização está de parabéns. Me senti amparada o percurso todo”, diz Ana Proença, vencedora da categoria feminina.

Meia Maratona e Swiss Park a favor do meio ambiente

Para incentivar o equilíbrio do meio ambiente o Swiss Park doou aos participantes inscritos na Meia Maratona mudas de árvores que foram plantadas no Parque Botânico, localizado dentro do complexo urbanístico.

O casal Eduardo e Fabiane Ferigato, futuros moradores do Luzern, levaram a filha Juliana para participar desse gesto tão importante. “Quanto plantávamos fomos explicando para a nossa filha a importância ecológica desse ato tão simples”, apontou Fabiane.

A atleta Adalto Paes de Andrade também foi fazer a sua parte, após completar o percurso da Meia Maratona, fez o plantio da sua muda. “É um privilégio fazer esse plantio em um lugar tão bonito como o Swiss Park”, disse.

 

04 out

Fazenda soma mais de 200 anos de história

Fazenda soma mais de 200 anos de história

Terras ocupadas pelo Swiss Park Campinas trazem na sua história os áureos tempos da produção agrícola e o pioneirismo do Visconde de Indaiatuba

No passado, a Fazenda Sete Quedas foi marcada por histórias de gerações de famílias, fundamentais para a memória de Campinas, de títulos nobres e também de imigrantes italianos e alemães que vieram trabalhar como colonos nas terras brasileiras em busca de uma vida melhor.

Talvez um dos nomes mais expressivos na genealogia sucessória da Fazenda Sete Quedas seja do Visconde de Indaiatuba, título honorífico do fazendeiro Joaquim Bonifácio do Amaral. Ele foi o primeiro fazendeiro a substituir na região a mão de obra escrava por imigrantes alemães. Mas a Fazenda Sete Quedas também abrigou um grupo de imigrantes italianos que chegou ao Brasil e veio direto para a fazenda trabalhar nas lavouras.

Essas e outras lembranças são contadas por descendentes de outro proprietário da Fazenda, Fernão Pompeu de Camargo, que virou nome de rua em Campinas, considerado um liberal que experimentou plantar até algodão. Antes, sair do centro de Campinas e visitar a Fazenda era uma “viagem” e, agora, é um trajeto de apenas dez minutos. Como marco e centro dos áureos tempos, segue até hoje o casarão. Preservado há mais de dois séculos, ele resiste firmemente ao tempo e se integra à modernidade.

Em 1802, o tenente José Rodrigues Ferraz do Amaral comprou as terras de José Antonio de Figueiró e Isabel Correia da Cunha, por 260 mil réis. Na literatura histórica, a área foi descrita como “um sítio e terras a eles (Figueiró e Isabel) pertencentes, na paragem chamada sete quedas”. Na época, segundo documento citado por Celso Maria de Mello Pupo, no livro “Campinas, Município no Império”, a propriedade continha “dois laços de casa de taipa de pilão coberta de telhas”. Depois, Amaral comprou terras vizinhas e ampliou a propriedade. A área transformou-se em um latifúndio que, na sequência, foi dividido em várias fazendas como Jambeiro, Cachoeira e Pedra Grande.

A Fazenda Sete Quedas era a sede deste latifúndio e continuou depois do desligamento das outras fazendas com o mesmo proprietário até o seu falecimento, em 1819. Os filhos de Amaral herdaram a propriedade, porém, a sede ficou com o Visconde de Indaiatuba. Em 1885, a Fazenda pertencia à Viscondessa de Indaiatuba, com 312 mil pés de café em terra massapé, com máquinas de benefício à água e terreiros atijolados. Em 1900, a Fazenda era da filha e do genro do Visconde, Jessy e Augusto de Sousa Queirós, com uma produção de 17 mil arrobas de café. Em 1914, pertencia à viúva Jessy do Amaral Souza Queirós, com 500 alqueires de terras e 400 mil pés de café. A Sete Quedas foi então concedida a Fernão Pompeu de Camargo, sobrinho dos Viscondes e o primeiro presidente da Sociedade Hípica de Campinas. Fernão vendeu a Fazenda para Aurélio Belotti. Na década de 70, a Fazenda foi adquirida pelo banqueiro Amador Aguiar, do Bradesco, o que explica o nome Fazenda Bradesco.

moinho-swiss-park-campinasÁureos tempos

Fernão Pompeu de Camargo morou durante toda sua vida na Fazenda. Ele morreu aos 75 anos, em 1952, em Campinas, poucos anos depois de ter vendido a propriedade para Belotti. A esposa de Fernão, Izaura de Queiros Pompeu, faleceu aos 84 anos em 1958. Os áureos tempos da Fazenda eram expressos pela imponência da arquitetura da casa grande e no mobiliário sofisticado – boa parte importada e atualmente peça de antiquário. A mesa de jantar, usada nas festas familiares, tinha 36 cadeiras. Depois que a Fazenda foi vendida, os móveis foram utilizados para mobiliar 14 casas de parentes.

Descendentes

O economista aposentado Fernão Pompeu de Camargo Neto, volta à infância e cita o cachorro da fazenda, que percorria as belas escadarias de madeira maciça.

Nos dias de hoje é possível ver no Swiss Park Campinas não só o madeiramento de 200 anos preservado do corrimão, pilar e chão, como também as portas e batentes (madeira ipê) e demais pisos do casarão. Gradis, fechaduras e os vidros decorados da parte superior das portas duplas também são do tempo de Visconde de Indaiatuba, muito antes de Fernão.

O irmão de Fernão Neto, o mecânico de manutenção aposentado Marcelo Pompeu de Camargo, lembra do pomar da Fazenda Sete Quedas e da personalidade arrojada do avô. “Ele era liberal; era defensor do trabalho livre de imigrantes no campo, era querido por descendentes de escravos e uma de suas características era a coragem de empregar novidades nas terras. Ele foi experimentador de culturas agrícolas. Na década de 20, chegou a introduzir até algodão. Foi o primeiro a usar o termo meeiro na região”, conta Marcelo. A cultura de algodão era incomum na redondeza. E como o algodão não era aclimatado na região, a iniciativa não teve vida longa.

A outra neta de Fernão, a socióloga da Puc-Campinas, Dulce Maria Pompeu de Camargo, lembra do tempo em que sair de Campinas e visitar a fazenda dos avós, onde hoje é o Swiss Park Campinas (a dez minutos do centro da cidade), era uma viagem. O caminho que faziam virou nome de rua em Campinas, Fernão Pompeu de Camargo, no bairro Jardim do Trevo.

capela-swiss-park-campinas

Capela

Um dos pontos mais bonitos da Fazenda Sete Quedas e que pode ser usufruído nos dias de hoje é a Capela de Santo Antônio. Aconchegante e simples, a igrejinha tem belas imagens do seu santo homenageado e é usada hoje para terços e celebrações especiais. A arquitetura da capela acompanha o estilo da sede da fazenda, bem como a infraestrutura das demais construções da época dos nobres moradores. Em meio a arbustos e árvores, a capela é um convite a momentos de paz e harmonia com a natureza. Próximo da capela há um conjunto arquitetônico ímpar e que serve de cartão postal do Swiss Park Campinas. Com ares medievais, a romântica ponte e o antigo moinho de vento encantam futuros moradores e visitantes. A construção é mais recente. Mas, sem dúvida, também é um patrimônio do empreendimento. Ao passar pelo local, os visitantes podem ser tomados por várias imagens ao mesmo tempo, como Dom Quixote, Romeu e Julieta ou Em Algum Lugar do Passado. Inserido na paisagem exuberante, o lugar também é um convite a boas horas de lazer e convívio.

18 ago

Master tem nova gestão

Master tem nova gestão

Membros do novo Comitê Executivo da Master foram
eleitos em abril.

No dia 27 de abril foi realizada a Assembleia da Associação Master, da qual participaram todos os titulares dos Conselhos Executivo e Fiscal de cada associação. Na assembleia, foram aprovadas por unanimidade as alterações para o Estatuto Social e as contas do período de 2015, e também foi dada posse aos novos membros do Conselho Diretor, órgão máximo da Master que é composto pelos presidentes e vice-presidentes de cada Associação dos residenciais do Swiss Park.

As alterações do Estatuto Social consistem basicamente na separação da Diretoria Técnica em duas áreas: a primeira de projetos, infraestrutura e manutenção e a outra em TI e telecom. Além disso, na extensão da participação na Diretoria Executiva no Conselho Diretor por três anos após fim do mandato na sua associação, caso estes venham a ser eleitos para algum cargo, com o objetivo de aproveitar a experiência e a maior disponibilidade dos participantes. A partir de 2017, portanto, a eleição dos membros do Comitê-Executivo será bienal, junto com a mesa do Conselho Diretor.

Após a posse do Conselho Diretor completo, foi eleito o novo Comitê-Executivo. Abaixo a nova diretoria completa:

Comitê-Executivo (gestão 2016)

Presidente: Ricardo Pereira de Lima (Luzern).

Diretor administrativo: Marcelo Luiz Sangion Basso (Genève).

Diretor financeiro: Cleo Citrangulo Filippi Júnior (Luzern).

Diretor técnico de projetos, infraestrutura e manutenção: Pedro Sidney Ungaretti (Basel).

Diretor técnico de TI e telecom: Eduardo Guines (Zürich).

Diretor de segurança: Guilherme Crepaldi Teixeira Silva (Basel).

Mesa do Conselho Diretor (gestão 2015 2017)

Presidente: Vladimir Renato Angeloni (St. Moritz).

Vice-presidente: Marcelo Eduardo Polli (Fribourg).

1º secretário: Ricardo Burgos Machado (Vevey).

2º secretário:  Maurício Sollitto Júnior (Zermatt).

Administração da Master

Sobre a formação do Conselho Diretor da Master, o Estatuto Social do Swiss Park aponta que os presidentes e os vice-presidentes das associações de cada um dos residenciais são “membros natos”. A partir destes é que são escolhidos os quatro membros que ocupam os cargos de presidente, vice-presidente, primeiro e segundo secretários, para uma gestão de dois anos. Quando esses nomes são eleitos, eles referendam os nomes do Comitê-Executivo, que é o órgão responsável pelas decisões do cotidiano da Master. Esse Comitê era eleito anualmente. A partir de 2017 será também a cada dois anos.