26 abr

Comprar ou alugar? Imóvel próprio segue em alta

Comprar ou alugar? Imóvel próprio segue em alta

Comprar ou alugar um imóvel? Apesar da dúvida frequente, recentes pesquisas indicam que a maioria dos brasileiros ainda sonha com a casa própria, uma forte questão cultural no país. 

A recente pesquisa do Instituto Datafolha, em parceria com a empresa Quinto Andar, indicou que a casa própria ainda é o sonho principal para a maioria dos brasileiros (87%), mais importante até que ter estabilidade financeira, formar uma família, ter plano de saúde ou mesmo professar uma religião. 

Comprar ou alugar um imóvel?

Engana-se, inclusive, quem acredita que o sonho da casa própria é um objetivo de faixas etárias mais elevadas. O Censo da Moradia’ indicou que 91% dos jovens entre 21 a 24 anos sonham com a casa própria, número maior até que entre a faixa dos 25 a 34 anos (90%).

Especialmente após os desafios da pandemia do novo coronavírus, em que muitas pessoas passaram a integrar o trabalho, estudos e lazer dentro de casa, a pesquisa indicou que 95% dos entrevistados concordam com a afirmação ‘Minha casa é meu lugar favorito’. Entre os hobbies domésticos, 81% gostam de cozinhar, 76% recebem amigos em casa e os pets aparecem para 60% dos brasileiros. 

Em entrevista ao Jornal da Cultura, o escritor Luiz Felipe Pondé acredita que o resultado da pesquisa seja um reflexo direto dos últimos anos de muitas incertezas econômicas no país, já que o imóvel é associado com uma estabilidade, apesar das crises. “A casa própria é algo físico, concreto”, indicou o escritor. 

Qual a vantagem da casa própria? 

Possivelmente você já ouviu muitos especialistas de finanças dizerem que alugar um imóvel pode ser mais vantajoso, já que permite uma flexibilidade para mudanças. A recomendação, inclusive, é aproveitar essa vantagem para morar em locais próximos ao trabalho ou das atividades diárias, para economizar com outros gastos de transporte, por exemplo. 

Apesar de muitos apontarem as vantagens do aluguel, na prática, os brasileiros continuam atrelados ao sonho da casa própria, o que pode ser explicado pela sensação incômoda de muitas famílias pagarem a locação, mas não poderem personalizar os espaços como sempre desejaram. Além disso, nem sempre considera-se a valorização do imóvel (que nos últimos anos está no patamar de 8,45%), nem os ajustes no valor do aluguel.

Mesmo com o aumento da taxa Selic, analistas de mercado não acreditam que isso atrapalhe a conquista dos imóveis, já que a perspectiva segue abaixo dos padrões praticados no país anteriormente. O momento, portanto, segue favorável para quem quer o imóvel próprio ou busca um investimento a médio e longo prazo. 

A decisão entre alugar ou comprar um imóvel, dessa forma, nem sempre será apenas econômica, mas envolverá também valores culturais, momento de vida e, claro, estilo de cada morador ou família. 

15 mar

4 dicas para o controle financeiro mensal

4 dicas para o controle financeiro mensal

Apesar de ser parte do dia a dia, nossa relação com o dinheiro nem sempre é bem organizada, já que muitos gastos com lazer, itens pessoais e doações acabam passando despercebidos no montante. É por isso que o controle financeiro mensal auxilia tanto na realização de metas futuras quanto nas demandas urgentes. 

Por que começar seu controle financeiro mensal? 

A economia brasileira vive períodos de instabilidade, com demissões e reduções de ganhos, portanto, começar o controle financeiro mensal para economizar não é só um desejo futuro, mas uma necessidade para ter um suporte em momentos de emergência ou conseguir realizar um grande sonho, como a casa própria, empreender, fazer uma reforma ou uma viagem internacional. 

1 – Controle Financeiro Mensal não é um hábito brasileiro 

Vamos aos fatos: apesar de ser importante, controlar os gastos não é fácil. Se fosse, não haveria tantas pessoas com problemas financeiros domésticos. A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio indica que 75% das famílias brasileiras estão com dívidas no cartão de crédito, por exemplo.

Culturalmente, o controle financeiro mensal não faz parte da rotina de muitas famílias brasileiras. “Décadas e décadas de inflação impediram que os brasileiros enxergassem a necessidade de um planejamento financeiro para viver com a renda que conseguiam gerar”, indica “Viva em Paz com seu Dinheiro” de Erasmo Vieira. 

O levantamento Hábitos dos Brasileiros em relação ao uso do dinheiro da SPC Brasil indica que 60% dos consumidores admitem que nunca ou quase nunca gastam tempo fazendo o controle financeiro e apenas 30% têm interesse em pesquisar sobre cuidados financeiros. “No Brasil, dinheiro é um tabu: o tema é pouco discutido em família e pode até ser uma fonte de conflitos”, indica Mônica Carvalho no artigo do Think With Google

Dessa forma, ter esse controle exigirá disciplina, comprometimento e uma quebra de padrões culturais. 

30% se interessa em pesquisar sobre finanças

2 – Controle das emoções 

O que emoções falam sobre economia doméstica? O livro “A psicologia financeira” (2001) de Morgan Housel indica que é um erro pensar em finanças apenas como algo puramente matemático, uma fórmula que serve para todas as pessoas. 

“O sucesso financeiro tem menos a ver com a sua inteligência e mais a ver com seu comportamento”, indica Housel. “Isso acontece nas finanças pessoais, quando nos dizem que é preciso guardar 10% do salário e ter um fundo de emergência equivalente a seis meses de despesas”, esclarece o autor, que considera que questões pessoais, como valores familiares, visão de mundo e rotina de trabalho são mais importantes que seguir uma fórmula matemática para o controle financeiro mensal

Ou seja, é preciso manter o controle emocional para evitar aqueles erros mais frequentes em cair em promoções, aceitar convites sem pensar ou adquirir dívidas que estão muito além das possibilidades reais. 

3 – Estabeleça metas 

Especialistas orientam que estabelecer metas ajuda a tornar o controle financeiro mensal mais eficiente. Seja para uma viagem, reformar a casa, construir um imóvel ou empreender, ter metas te motiva a evitar os gastos por impulso. 

“São nossas metas que nos dão a força necessária para correr atrás dos sonhos”, indica Ana Bochi em ‘Realize seus sonhos gastando pouco’. Economizar, assim, não será mais só para ver o que sobrou no mês, mas um comprometimento para uma conquista maior, mais relevante. 

“Quando se trata de dinheiro, o brasileiro costuma pensar mais no curto prazo do que no planejamento de longo prazo”, indica Carvalho na pesquisa “A relação do brasileiro com dinheiro” do Google. “Por mais que exista uma questão cultural que nos atrapalha na hora de falar sobre o assunto, a pesquisa mostra que quanto mais positiva é a relação com dinheiro, maior a capacidade das pessoas de sonhar e criar planos”, indica.

Ferramentas on-line auxiliam no controle


4 – Ferramentas para o controle financeiro mensal 

Há ferramentas bem variadas que podem te auxiliar no registro rotineiro, seja um caderno, bloco de notas, planilhas on-line ou aplicativos para essa finalidade, como o Guia de Bolso, Minhas Economias, Meu Dinheiro, entre outros. 

De acordo com o SEBRAE, para o controle financeiro mensal é importante ter claro o quanto você ganha (valor líquido, com descontos e atividades extras), os custos fixos e todos os gastos esporádicos, como lazer, vestuário, cuidados pessoais, doações… Esse balanço é importante para evitar problemas como parcelas do cartão de crédito que ficam esquecidas, por exemplo.  

Consumo consciente  

Para finalizar, é importante também repensar nossos hábitos de compras, muitas vezes estimulados pelo imediatismo e tendências passageiras. O consumo consciente é uma nova forma de se relacionar com as marcas e produtos. 

Gostou dessas indicações? Nos ajude a compartilhar esse link com amigos, familiares e vizinhos que podem gostar dessas indicações 👇

01 fev

Por que escolher um bairro planejado?

Por que escolher um bairro planejado?

Com as novas demandas domésticas geradas pela pandemia, cada vez mais famílias passaram a buscar mais comodidade, com a conveniência do comércio local e mais privacidade aos moradores. Nesse contexto, o bairro planejado se tornou uma tendência para os próximos anos, um desejo crescente no mercado imobiliário. 

O que é um bairro planejado?

De acordo com a pesquisa da Brain/Aelo, 69% dos brasileiros consultados estão em busca de um imóvel e preferem oportunidades em loteamentos abertos, loteamentos fechados ou bairros planejados, contra 10% que desejam casas de rua.  

O resultado é reflexo de uma tendência global, especialmente com as demandas da pandemia, que consolidou o bairro planejado como uma vantagem na rotina, evitando o trânsito e as aglomerações. Em Paris (França), por exemplo, o projeto da cidade de 15 minutos reforça justamente a proximidade de espaços de lazer e os comércios nos bairros, sem precisar se deslocar pela cidade. 

O bairro planejado, dessa forma, é um empreendimento com foco na infraestrutura urbana, que mescla lotes residenciais, áreas comerciais, áreas verdes e estruturas de lazer, com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida na rotina dos moradores.

Quais as vantagens de escolher um bairro planejado?
Uma das vantagens apontadas na procura por um bairro planejado é usufruir uma estrutura urbana superior, sem as taxas ou as regras mais rígidas de um residencial fechado.

Normalmente, os condomínios fechados exigem uma certa padronização das construções e mantêm protocolos rígidos para o convívio dos moradores e na entrada dos visitantes. No bairro planejado, mesmo que o fluxo de visitantes não seja controlado, os projetos valorizam mais a privacidade, com ruas mais tranquilas e bem planejadas. 

Outra vantagem é contar com áreas de lazer, espaços verdes e lotes comerciais próximos de casa, já que muitos empreendimentos residenciais oferecem uma ótima estrutura interna, mas demandam que os moradores percam horas de deslocamento na rotina doméstica. Na prática, morar em um bairro planejado significa mais tempo para aproveitar a família e a própria casa. 

Villa Suíça Manaus: projeto que valoriza o bom convívio
Loteamento residencial aberto, o Villa Suíça Manaus é um empreendimento com estrutura diferenciada, como um bairro planejado na capital do Amazonas. Os moradores contam com comércios integrados, áreas verdes e o fácil acesso ao Tarumã, um dos principais pólos de lazer de Manaus. 

O projeto conta com um conceito de ‘vilas’, que favorece a privacidade e a aproximação dos moradores, com um fluxo menor de carros. Na prática, isso significa morar com ruas mais tranquilas, em uma rotina muito familiar. 

Aproveite os últimos lotes residenciais a partir de 200m² para construir o projeto dos sonhos em Manaus: fale com nossos corretores pelo WhatsApp e agende sua visita em nosso plantão de vendas. 

 

21 dez

As previsões do mercado imobiliário para 2022

As previsões do mercado imobiliário para 2022

O setor imobiliário foi um dos únicos que conseguiu passar pela pandemia com relativa estabilidade, sendo um dos setores que conseguiu crescer no período entre 2020 a 2021. No ritmo de pós-pandemia, as previsões do mercado imobiliário seguem fortes até 2025, com curva de crescimento em 2022. 

Como a Selic pode impactar as previsões do mercado imobiliário?

Com novas rotinas no período da pandemia, houve a procura por espaços maiores, bem separados e que atendessem às demandas familiares. Em meio às instabilidades geradas pela pandemia, as previsões do mercado imobiliário indicam que os imóveis seguirão como uma sugestão de investimento mais estável.

No período, a queda na taxa Selic, com valores mínimos, ajudou a aquecer o mercado imobiliário, já que a maioria das compras de imóveis são a longo prazo, atreladas aos juros bancários e condições de financiamento. Com a queda da taxa, deixar o dinheiro parado também não se tornou vantajoso e muitos aproveitaram para investir em imóveis como uma opção mais segura a médio e longo prazo. 

Para os próximos anos, as previsões do mercado imobiliário seguem otimistas, mesmo com a alta da Selic, principalmente entre os lançamentos. 

Entre as previsões do mercado imobiliário para 2022, imóveis com espaços para trabalho, contato com áreas verdes e área de lazer completa seguirão em alta, uma vez que muitas famílias passaram a valorizar a qualidade de vida com as restrições sociais. Espaços que valorizam o bem-estar e a praticidade na rotina, portanto, seguirão em destaque. 

Outra tendência entre as previsões do mercado imobiliário, a digitalização dos processos, como videochamadas, fotos on-line, troca de mensagens e documentos assinados virtualmente, também deverão seguir como parte das vendas, já que houve praticidade tanto para os consumidores quanto para as incorporadoras. 

Com pilares de qualidade de vida, estimulando mais segurança, convivência e bem-estar, os empreendimentos da Swiss Park Incorporadora valorizam as novas rotinas, com mais praticidade e qualidade de vida. Acompanhe as novidades da Incorporadora e aproveite a oportunidade de investir ou aproveitar novos imóveis em 2022. 

23 nov

Cidade de 15 minutos: valorização da conveniência

Cidade de 15 minutos: valorização da conveniência

Quanto tempo você gasta diariamente até chegar e voltar do trabalho? Consegue ir caminhando até algum mercado ou farmácia perto de casa? E no tempo livre, precisa sempre de carro para se locomover? Esses questionamentos, que nem sempre são prioridade na escolha de um bairro para morar, formam a base de uma nova proposta de organização urbana, a Cidade de 15 minutos

O que é uma Cidade de 15 minutos?

Já era banal passar algumas horas preso no trânsito ou procurando uma vaga de estacionamento, fosse por um compromisso de trabalho ou mesmo nos momentos de lazer. Com a pandemia, entretanto, muitas pessoas alteraram a rotina e redescobriram os serviços, comércios e áreas de lazer próximos de casa, com a crescente valorização do comércio local.  

É justamente essa conexão que propõe a Cidade de 15 minutos, conceito desenvolvido por Carlos Moreno, professor da Sorbonne, inspirado no trabalho de Jane Jacbos, autora de Morte e Vida nas Grandes Cidades, que reforça os bairros como centros sociais, culturais e comerciais mais independentes. 

De forma geral, a proposta sugere que em qualquer bairro você poderia encontrar serviços essenciais, conveniências e pontos de lazer ao caminhar ou andar de bicicleta por menos de 15 minutos, sem a necessidade de atravessar a cidade todos os dias. 

A mudança é baseada em quatros pilares: ecologia, proximidade, solidariedade e a participação popular, muito além de uma reforma de edifícios ou sinalização de rua. “O ritmo da cidade deve seguir os homens, não os carros”, defende Moreno no TED sobre o tema. “Por que temos que nos adaptar e estragar nossa qualidade de vida em potencial? Por que não é a cidade que atende às nossas necessidades?”, enfatiza o professor. A proposta, portanto, também quebraria alguns paradigmas e a noção de bairros periféricos, sem acesso aos serviços essenciais. 

O professor reforça que para funcionar, a Cidade de 15 minutos precisa da integração da vizinhança. É importante que o morador crie esse senso de comunidade mais forte, um sentimento de pertencimento, aproveitando os comércios, serviços e centros de lazer do próprio bairro.


Entre os benefícios da Cidade de 15 minutos está a sugestão de uma rotina menos dependente dos carros, o que também tem impacto na proteção ambiental, reduzindo a poluição, o trânsito, os ruídos, os acidentes etc. Em geral, menos estresse urbano. 

E se até agora essa ideia de bairros planejados parece impossível ou restrita às cidadezinhas do interior, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, foi reeleita em 2020 justamente por trazer uma proposta ousada de descentralizar serviços, retirada carros das ruas e a aposta na sustentabilidade. No projeto, além do plantio maciço de árvores, ciclovias interligarão as ruas da capital francesa, com menos 60 mil vagas de estacionamento. 

Com a orientação de Carlos Moreno, consultor da Prefeitura de Paris desde 2015, as melhorias não ficarão restritas aos bairros de maior interesse imobiliário ou aos pontos turísticos mais badalados. Para haver uma mudança na rotina dos parisienses, é necessário que mesmo regiões menos conhecidas também sejam atendidas. 

Entre as críticas, há quem indique que o projeto da Cidade de 15 minutos leva à administração pública uma preocupação que deveria ser do mercado, gerido pela demanda dos consumidores, ou quem acredite que será difícil deixar de frequentar os locais mais badalados da cidade, mas Moreno explica que a cidade deve ser um elemento regulatório, inclusive, oferecendo espaços de locação acessível para comércios de baixa rentabilidade, com livrarias, galerias e centros culturais.


Em Campinas, o Swiss Park é um complexo urbanístico projetado com estrutura de serviços, escolas, restaurantes e lojas dentro do bairro em 212 lotes comerciais integrados aos residenciais. Para empresas, escritórios e consultórios, o Swiss Park Office é um dos maiores condomínios corporativos da região. Não por acaso, o projeto ganhou o prêmio Master Imobiliário em 2014, justamente pelo desenvolvimento urbano, trazendo na prática propostas em voga no urbanismo

Ao deixar de gastar horas para ir ao mercado ou levar o filho na escola, com a possibilidade de resolver demandas em menos de 15 minutos perto de casa, a proposta é ter mais tempo livre e qualidade de vida, em todos os momentos. 

Quer também ter mais qualidade de vida? Aproveite as últimas oportunidades em Brasília e Manaus com os empreendimentos da Swiss Park Incorporadora. Agende sua visita pelo WhatsApp.

19 out

Mercado imobiliário em 2021 segue em alta no pós-pandemia

Mercado imobiliário em 2021 segue em alta no pós-pandemia

Com o avanço das vacinações contra a Covid-19 e a retomada de muitas atividades, a economia brasileira voltou ao debate. Nesse cenário, após as restrições mais severas da pandemia, o mercado imobiliário em 2021 segue como uma das bases do crescimento, com oportunidades para moradia ou investimento.

Retomada da economia brasileira e o mercado imobiliário em 2021

Durante a pandemia do coronavírus, com as medidas preventivas, muitos setores da economia foram afetados. A construção civil e o mercado imobiliário, entretanto, conseguiram contornar a crise, gerando empregos e driblando até mesmo o aumento dos custos. No segundo trimestre de 2021, por exemplo, a construção civil demonstrou resistência, com um crescimento de 2,7%.

Entre as causas da estabilidade do mercado imobiliário em 2021, estão as novas rotinas domésticas, com as atividades remotas que incentivaram muitas mudanças, o interesse de sair do aluguel pelo aumento do IGP-M (que acumulou alta de 35,7% nos últimos 12 meses, de acordo com a FGV) e, claro, uma disponibilidade de crédito com juros mais baixos, com o crescimento de 57,5% nos valores financiados durante a pandemia, indicado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

O mercado imobiliário em 2021 segue com perspectivas positivas, uma vez que a pesquisa da Datastore indicou que mais de 14,5 milhões de famílias têm intenção de adquirir um imóvel nos próximos 24 meses. Outro estudo da Abrainc reforça que até 2030 serão necessárias 11,4 milhões de unidades para atender um déficit habitacional na ordem de 7,8 milhões de moradias. Ou seja, ainda haverá muita demanda e interesse pelo setor, mesmo quando o ‘fica em casa’ for mais uma escolha pessoal do que uma recomendação sanitária.

Como investir em imóveis?

Há o risco de uma bolha imobiliária em 2021?

De acordo com 18 empresas associadas à Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), em 2021 os lançamentos imobiliários tiveram uma alta de 72,1% na comparação com o mesmo intervalo de 2020. O aquecimento do setor, porém, acende um alerta: estaríamos vivenciando uma bolha imobiliária?

Especialistas indicam que o mercado imobiliário em 2021 não passa por esse perigo, uma vez que a demanda por imóveis seguirá estável, mesmo após o fim da pandemia. Pode haver uma estabilização, mas longe do colapso, com preços caindo acentuadamente, como ocorreu em crises anteriores.

O que avaliar para investir no mercado imobiliário em 2021?

Nos últimos anos, deixar o dinheiro parado na poupança deixou de ser vantagem e com a instabilidade de outros mercados pela pandemia, muitos recorrem aos imóveis como um investimento seguro a médio e longo prazo, que não se desvalorizaram mesmo com as restrições sociais. Como em décadas passadas, as pessoas voltaram a investir em lotes comerciais ou residenciais, seguindo aquele tradicional conselho ‘quem compra terra, nunca erra’.

Para ser assertivo, especialistas no mercado imobiliário em 2021 indicam que é fundamental avaliar os imóveis e escolher regiões ou empreendimentos com potencial de valorização. De acordo com a pesquisa Casa do Futuro, realizada pela Hibou, por exemplo, para 74,5% dos entrevistados, a segurança seguirá como um quesito importante na hora de escolher um imóvel nos próximos 5 anos, na frente até de espaço para escritório ou home-office (65,5%), portanto, regiões e imóveis com foco em segurança seguirão como um diferencial de negócio e constante valorização.

No mercado imobiliário em 2021, dessa forma, há oportunidades tanto para quem deseja se mudar de casa, quanto para quem procura um bom investimento, com a estabilidade de um setor que até a pandemia conseguiu driblar.

Se você busca uma oportunidade de investimento em regiões privilegiadas, os empreendimentos da Swiss Park Incorporadora em Brasília e Manaus estão com os últimos lotes comerciais e residenciais disponíveis, acesse!