08 Maio

Impacto psicológico

Impacto psicológico

O que o isolamento social trará de aprendizado? Como diminuir a ansiedade? O que vai ficar depois que tudo isso passar?

Ionara Rabelo é psicóloga. Tem mestrado e doutorado. É goiana e tem dois filhos adolescentes. Trabalha na Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia e é professora da Universidade Federal de Goiás. E tem uma experiência que pouca gente compartilha. Ela faz parte da equipe da organização Médicos Sem Fronteiras e isso possibilitou a Ionara integrar missões na Síria, Palestina, Cisjordânia e até na Libéria, para conter surtos de ebola. A Revista Swiss Park buscou uma profissional que pudesse contribuir nesse momento tendo vivência em causas semelhantes a que estamos passando. Embora a pandemia do coronavírus seja algo nunca visto antes por nenhum de nós, a psicóloga conseguiu, com suas respostas, apontar uma forma de passarmos por este momento de isolamento com um tanto a mais de harmonia, além do que chamou de “potências” para se enfrentar uma pandemia: afeto, cuidado e proteção. Acompanhe:

Você já viu situações de pandemias e viveu de perto surtos como o ebola. Agora, quando escrevemos esta revista, as famílias esperam, em isolamento social, que consigam colaborar com a menor disseminação do coronavírus. E dentro das casas, como evitar um comportamento de ansiedade?

Quando a gente fala em casas, temos de enfatizar que são diferentes tipos de casas, com diferentes culturas e sofrimentos. São classes sociais diferentes. Se falamos de famílias com acesso à internet, com bom espaço, é hora de utilizar tudo isso. As horas que se passa com as crianças, fazer uma rotina de atividades para todo mundo em que cada um coloque uma parte que seja trabalho, uma parte de estudo, diversão, lazer em família, cozinhar e comer juntos. E se esforçar para não sobrecarregar as mães ou mulheres dessa família. É hora de reinventar. Nas populações mais carentes o desafio é como fazer isso. Acho que a palavra para diminuir a ansiedade é reinventar.

Receber notícias pela televisão, internet, permanecer o dia inteiro conectado. Em que ponto isso deixa de ser saudável?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as pessoas precisam acessar informação de fontes seguras uma ou duas vezes ao dia. Ficar o dia inteiro recebendo mensagens, a maioria de conteúdo falso, como sabemos, vai gerar mais pânico. Nas capacitações que fazemos, dizemos o que compartilhar. Primeiro, preciso avaliar se é uma informação nova e segura que outras pessoas precisam ficar sabendo. Segundo: a informação me educa, faz com que aprenda um comportamento novo de proteção? E terceiro: essa mensagem vai me acalmar? Se a resposta for não para pelo menos uma dessas questões, então não devo compartilhar.

Pela sua experiência, a situação de pandemia é uma possibilidade de criar, entre as crianças, consciência mais humanizada com relação a abrir mão de coisas para preservar outras pessoas?

As pandemias reconfiguram o sentido do que tem valor, sim. É um ótimo momento para rever valores, no sentido de nos tornar mais humanos e solidários. Nos ater ao que tem valor que é a vida, os familiares. E não é apenas um momento para trabalhar com as crianças, mas com adultos também, porque as crianças se modelam pelo que enxergam no mundo adulto. É um momento de reconfiguração de adultos e de crianças sobre novos valores, menos materiais, mais contatos, relação de proximidade e cuidado.

Em que ponto é preciso cuidado e atenção no sentido que o isolamento está prejudicando a saúde mental?

Mesmo diminuindo a exposição às notícias e fazendo atividades relaxantes, a continuidade da quarentena pode afetar. A gente diz que em pandemias, as alterações de humor, insônia, são normais diante da situação totalmente assustadora e diferente. Crianças irritadas, às vezes com comportamento regressivo, adultos com medo, tensos. A primeira indicação é a necessidade de modificar o que se está fazendo no dia. O que você fez que te deu um minuto de alívio? E, simplesmente, passar a repetir isso. Reações fortes vão acontecer e temos de lidar. Não podemos deixar agravar. Começar a ser violento, ter comportamentos que não te permitem cuidar da casa, das crianças, não conseguir fazer atividades que exigem concentração e aumentar o uso de álcool (ou drogas e remédios), podem indicar problema. O que importa nesse momento é perceber o exagero. É identificar um comportamento modificado, que não permite o equilíbrio da casa.

Então, o que fazer se percebeu esse comportamento em si mesmo ou em algum familiar?

O isolamento precisa continuar, não é uma decisão voluntária e vai depender da curva e do que os dados epidemiológicos vão apontar em cada localidade. Se alguém sentir um comprometimento da saúde mental com base nisso que apontei acima, deve procurar um serviço de saúde mental. Pode até ser por telefone. Não pode ficar sozinho esperando o isolamento acabar.

Idosos estão amedrontados. Às vezes, se recusam a cumprir o isolamento. Qual a sua orientação para lidar com eles?

Idosos podem ter sentimentos intensos e trazem toda sua história de vida em muitas situações em que conseguiram sobreviver. Primeiro, é preciso respeito e entender o que aquela pessoa precisa. Negociar com cuidado as coisas que eles necessitam. Fazer esforço para atender, afinal, para eles, pode ser uma necessidade urgente. Fazer pactos do que é possível. Idosos não querem ser vistos como frágeis. Querem enfrentar o medo. Mas existem várias formas de enfrentar: as arriscadas ou as cuidadosas. As famílias devem pensar em como ajudar de forma protetiva e apoiando, com cuidado e afeto.

Pela sua experiência, como conseguir tirar ensinamentos de uma situação de risco como essa que estamos vivendo e superar traumas e medos para o futuro?

Aquela brincadeira de dizer que no mínimo aprendemos como lavar as mãos corretamente é uma verdade. Todo mundo se atentou a essa questão de higiene tão importante e não vai esquecer. Porém, claro, muito mais forte é o fato de ver como as nações conseguiram parar para cuidar dos seus. É perceber que é possível a gente resgatar o cuidado, é possível estar em família, transformar pequenas coisas em algo incrível. Perceber que podemos reconfigurar o isolamento em momentos de aproximação. Os pilares afeto, cuidado e proteção são potências para se enfrentar uma pandemia.

05 fev

Agito no Swiss Park: Corrida Power Run 2020

Agito no Swiss Park: Corrida Power Run 2020

Dia 02/02, domingo, aconteceu no Swiss Park a corrida beneficente Power Run – Edição Lona das Artes.

Coordenado por colaboradores da divisão de ferramentas elétricas da Robert Bosch, o projeto nasceu da necessidade de arrecadar dinheiro para a aquisição de uma nova lona e construção de um muro que cerque todo o espaço ocupado hoje pela Instituição Lona das Artes.

Com largada no Parque Botânico e todo o percurso dentro do complexo, a Power Run 2020 teve mais de 700 inscritos distribuídos nas modalidades caminhada (5,5km) e corrida (5,5 e 12km), ambas com premiação para masculino e feminino.

O pré e pós-corrida contou com assessoria especializada

O evento contou com alongamento, aquecimento e relaxamento coordenado pelos instrutores do Sports Training Camp, muita animação com os palhaços e equilibristas do Instituto Lona das Artes e uma praça de alimentação com quitutes deliciosos também providenciados pelo Instituto.

Confira abaixo as fotos dessa manhã de muita agitação e generosidade no Swiss Park Campinas!

Acesse este link para download das fotos em alta qualidade.

18 dez

Qualidade de vida: morar perto do trabalho

Qualidade de vida: morar perto do trabalho

A rotina de Thaís Stefanini, moradora do Basel e proprietária de empresa no Office, possibilita fugir do trânsito, ter mais tempo com a família e afastar o estresse

 

Há quem tenha de percorrer 30 km para chegar no trabalho. Há também quem passa horas preciosas do dia no carro, acompanhando o trânsito lento das grandes cidades. Existem pessoas que não convivem com os filhos durante a semana: saem de casa e os deixam dormindo e, quando voltam, eles já estão na cama. Rotinas de metrópoles vividas por tanta gente; muitas delas sonham poder fazer tudo diferente. Thaís Stefanini, moradora do Basel sonhou e, há cinco meses conseguiu mudar para o Swiss Park e ficar pertinho do trabalho, no Office, o que acarretou um dia a dia bem mais tranquilo, saudável, com menos estresse e que a deixou muito mais próxima do filho.

 

Thaís é sócia do marido, Marco Ferreira, na empresa F&S Bus, que oferece serviços de fretamento e turismo, com sede no Swiss Park Office. “Nosso dia começa às 5h30 e saber que levamos menos de cinco minutos até o escritório é um alívio”, conta a moradora. Ter tudo à mão, com as facilidades oferecidas no complexo é uma agradável novidade para família que vem se acostumando com os benefícios de trabalhar ao lado de casa. “E tem também a segurança e a estrutura oferecidas no Office. É excelente saber que nossa empresa está instalada num espaço tão moderno e organizado”, aponta.

 

Na hora do almoço, ela pode ir para casa quando quer. De qualquer forma, o Office tem restaurantes e boas opções de cardápio; então, muitas vezes, comer rapidinho no condomínio de escritórios é uma alternativa para a empresária. “Basta descer o elevador e tenho na porta um self-service caprichado, com mais de 20 tipos de pratos e até opções japonesas”, comenta.

 

Além da praticidade e da economia de combustível no trajeto casa-trabalho, morar e trabalhar no Swiss Park fez com que Thaís adotasse novos hábitos, principalmente em relação à rotina com o filho, Victor Hugo, de 6 anos. “Consigo ter muito mais momentos com a família. Nossa casa fica em frente da área de lazer do residencial. Tenho a liberdade de ir para o escritório um pouco mais tarde e aproveitar um pedacinho da manhã brincando com Victor”, conta, animada. Frequentemente, Thaís volta para casa antes mesmo do sol se pôr. “Isso era algo que não conseguia fazer. É muito gratificante ficar mais perto do meu filho, brincar com ele, vê-lo se divertir com tanta liberdade, segurança e perto da natureza disponível no Swiss Park”, acrescenta.

 

Na lista de benefícios do estilo de vida que Thaís adotou com a mudança da residência para o complexo, inclui-se a vantagem de ter uma série de serviços no trajeto entre o Basel e o Office: “ainda estou conhecendo o entorno, mas já compro meus pãezinhos na padaria, faço supermercado por aqui e vi que a casa de carnes tem cortes de qualidade”. No segundo semestre, Thaís contou que pretende incluir na agenda uma atividade física. “Agora sei que vou conseguir incluir essa necessidade na minha rotina”, conta.

 

Segundo ela, o Swiss Park foi uma escolha certa. “Cada dia tenho mais certeza disso. Trabalhamos muito e o empreendimento me deu a chance de ganhar valiosos momentos ao lado do meu filho no dia a dia. Moro e trabalho em um local seguro, tranquilo, arborizado, cheio de natureza e com tudo o que preciso bem do meu lado. Se preciso ir para o centro ou outro bairro, também sei que está tudo muito perto e de fácil acesso. Então, quer mais privilégios do que esses?”, diz a empresária.

18 dez

Disponível aos moradores e visitantes

Disponível aos moradores e visitantes

Cenários naturais no Swiss Park encantam com suas cores, flores, pássaros, árvores e lagos

 

Passear pelo Swiss Park garante cenários únicos.
Há natureza disponível em toda parte, por todo o complexo. Afinal, são um milhão de metros quadrados de área verde destinados aos bosques e ao Parque Botânico Amador Aguiar, abrigado no Swiss Park.

As cores das fl ores, as árvores enormes e de diversas espécies e os pássaros estão disponíveis aos moradores praticamente às portas de suas casas. Os 17 lagos distribuídos pelo empreendimento se destacam e aprimoram ainda mais as paisagens.

Desde que foi lançado, o Swiss Park recebeu mais de 100 mil mudas de árvores nativas, e parte delas complementa os 128 mil metros quadrados de matas ciliares. Há, ainda, as Áreas de Preservação Permanente, conhecidas pela sigla APPs, que são faixas de terreno situadas ao redor de nascentes e olhos d’água e que margeiam os lagos. Tudo completa a tranquilidade e a harmonia da natureza que cerca os residenciais. E tudo cumpre com suas funções ambientais.

Viver perto do verde muda a qualidade de vida. Por isso a natureza é um dos pilares do conceito do Swiss Park. E por
isso o investimento no Parque Botânico Amador Aguiar, abrigado no complexo em uma área de 554 mil metros quadrados de muito verde. O parque foi aberto ao público em 2009. Seu nome é uma homenagem ao conhecido (e já falecido) presidente do Banco Bradesco, antigo proprietário da área onde está o Swiss Park.

No parque, os visitantes podem conhecer mais sobre a flora nativa remanescente de Campinas, que existia na época de seu surgimento e que deu origem ao seu nome.

O local é organizado em minimódulos. De acordo com Dionete Santin, engenheira-agrônoma, doutora em Biologia Vegetal e mestre em Botânica, e responsável por toda a estruturação do projeto no Botânico, são diversas representações, entre elas a vegetação das campinas, plantas arbustivas do cerrado, além de vegetação rupestre dos lajedos rochosos.

NA PORTA DE CASA

O Parque Botânico é focado principalmente na diretriz botânica, despertando interesse, curiosidade, agregados às informações disponibilizadas de uma maneira interativa e agradável. O Botânico frequentemente abriga eventos e possui pistas e trilhas para a prática de atividades físicas. O projeto paisagístico do parque é assinado pelo engenheiro-agrônomo Alexandre Furcolin. O projeto arquitetônico, assinado pela HM&K Projetos e Obras, foi feito de forma que houvesse integração com o meio ambiente e, com mínima intervenção, privilegiou belezas naturais do local.

Toda madeira utilizada na estrutura do parque, desde o portal até as dependências da sede, é de eucalipto tratado e de madeira de mata reflorestada. As portas de acesso do parque são de vidro para o melhor aproveitamento da  iluminação natural. A sede principal, com mais de mil metros quadrados, foi construída em volta de uma figueira centenária com mais de 20 metros de altura, mantendo sua exuberância. A passarela construída próxima da copa da árvore para interligar os andares superiores proporciona uma linda vista aos visitantes.

PAINEIRA-ROSA: SÍMBOLO

Com toda essa natureza, nada mais justo do que o complexo possuir uma árvore-símbolo. Em uma enquete realizada pela Revista Swiss Park em 2011, moradores elegeram a paineira-rosa, com toda sua imponência e graciosidade, para representar o complexo. A enquete propunha seis espécies concorrentes, entre eles a figueira e a embira, mas a paineira-rosa manteve a preferência, certamente pelo visual colorido e ornamental. No Swiss Park há vários exemplares da eleita. Uma delas está no residencial Zermatt e, assim como suas irmãs, presenteia os moradores com sua maravilhosa florada entre os meses de março e abril.

22 nov

Integração entre os ambientes

Integração entre os ambientes

Destaque para a área externa, que reúne a bela piscina no formato L e o jardim bem planejado.

Uma casa aconchegante para a família, mas que permita receber os amigos com conforto e praticidade.

Esta foi a ideia inicial para o projeto do casal de empresários Alexandre e Márcia Anicetti, moradores do residencial Zermatt, há dois anos. “Valorizar o convívio da família e promover a integração entre os amigos que nos visitam eram essenciais”, aponta Márcia.

Para transformar sonhos e planos em realidade, contaram com a ajuda profissional da arquiteta Carolina Camolezi, que, além de cuidar de todo o projeto arquitetônico do imóvel, ainda assessorou no design de interiores e deu dicas sobre o mobiliário. “Ela nos ajudou em tudo desde as primeiras ideias do projeto até a escolha das cores e peças da mobília”, destaca Márcia.

A casa ganhou a amplitude com a eliminação de paredes e muita luz com imensas janelas e portas de vidro. São dois andares com três grandes suítes e um pé-direito de mais de três metros. A composição dos móveis e a paleta de cores utilizada nos tons terrosos em dégradé dão a sensação de um ambiente contínuo, mas com espaços bem definidos em sua utilização. Espelhos e objetos de decoração em ferro apoiam a composição com sutileza. Segundo a moradora, a proposta era integrar hall, living, sala de jantar e toda a área externa, aproveitando a vista para o jardim e a piscina.

Pavimentos Conectados

Para conectar o primeiro ao segundo piso os moradores optaram por uma escadaria construída em mármore marrom chinês. Ao seu lado, um enorme painel de madeira segue do teto ao chão e podem-se observar lustres de cristal Murano branco, em formato de gotas.

“O fato de escolhermos cada peça, cada móvel e cada espaço juntos nos deixou muito satisfeitos. A calma e a segurança que encontramos no Swiss Park também nos proporcionou mais qualidade de vida. Não precisamos sair daqui para nada: ou vamos à casa de amigos, que também moram no complexo, ou eles vêm à nossa e a festa já está pronta”, brinca Márcia.

Convívio Que Inspira E Aproxima

A área externa é realmente o espaço mais utilizado da casa e foi projetada para oferecer privacidade e acolhimento aos amigos da família. A piscina no formato L atende a adultos e crianças e conta com ofurô circular para momentos mais intimistas. Um deck à sombra de plantas ornamentais mantém o clima agradável mesmo com calor intenso. Para aproveitar esse espaço, uma rede espera os visitantes, bem posicionada ao lado de espreguiçadeiras de fibra e da área da churrasqueira, que é considerada o espaço gourmet da casa e conta com lustres, cooktop, geladeira, marcenaria sob medida, TV, balcão, banquetas e uma grande mesa de madeira.

O paisagismo feito por Gusttavo Lima conta com plantas fáceis de cuidar e jardins verticais para otimizar anda mais o espaço. “Pensamos em uma casa que aproveitasse todo o terreno”, reforça Alexandre, que já adquiriu o terreno ao lado de sua casa para novas construções e eventuais negócios. “Este é um ótimo bairro para se morar, temos tranquilidade para criar nosso filho, que pode brincar com segurança enquanto trabalhamos, mas também é uma boa opção de investimento; pensando nisso, quando apareceu a oportunidade comprei mais um terreno”, finaliza.

28 Maio

Swiss Park Campinas é o residencial mais desejado – Correio Popular

Swiss Park Campinas é o residencial mais desejado – Correio Popular

Complexo, que ocupa cinco milhões de metros quadrados e atualmente reúne quase 2,3 mil residências, fica em um local de valorização e prosperidade.

Para quem conhece a estrutura do Swiss Park Campinas, é fácil compreender os fatores que fazem do complexo um local de valorização e prosperidade. Para a maioria dos campineiros que acompanha o desenvolvimento que tanto chama a atenção do mercado imobiliário, o Swiss Park é reconhecidamente sinônimo de morar bem. Trata-se de um dos bairros mais desejados para se residir na cidade, comprovado até mesmo em pesquisa realizada pelo portal ImovelWeb.

“Quem conhecia a proposta na época do lançamento, em 2006, já percebia que era uma ideia genial”, conta José Bárbaro, diretor comercial da imobiliária do Swiss Park. De lá para cá, passados 13 anos, o empreendimento se transformou e firmou sua característica que o liga diretamente à segurança e à qualidade de vida, além da natureza disponível para toda a população moradora do local. São quase 2,3 mil casas e há ainda cerca de 600 obras em andamento, que apontam a movimentação em ritmo acelerado. O mapa do Swiss Park, que ocupa 5 milhões de metros quadrados, tem 17 residenciais fechados, sendo que 16 já foram lançados comercialmente. O foco da comercialização do time de vendas é no residencial Glarus, que tem mais de 50% dos seus terrenos vendidos.

Atualmente, as obras e casas prontas apontam o belo cenário modificado a cada dia. Afinal, o Glarus está no ponto mais alto do Swiss Park. Os visitantes do plantão de vendas se encantam com a visão geral que têm de todo o complexo e o ângulo privilegiado para os lagos naturais e para o Parque Botânico. Além disso, o Glarus fica próximo da torre do Relógio, na entrada do complexo. “Com todos esses pontos fortes, o empreendimento, contrariando o momento ainda desafiador da economia do País, teve valorização, e isso aponta o quanto o Swiss Park é surpreendente. Desde o dia em que foi lançado, em nenhum momento a valorização se perdeu ou estacionou”, comemora José Bárbaro.

Importante lembrar que no lançamento do Swiss Park, há 13 anos, um terreno de 360 m² era vendido a R$200 o metro quadrado. Os números apontam uma valorização perto de 450% no valor de venda dos terrenos desde o lançamento até hoje. “Mencionar esta valorização do complexo é um diferencial enorme que mostra a importância do Swiss Park, e isso só afirma a satisfação de quem já mora aqui”, constata Bárbaro. O diretor aposta que o setor imobiliário como um todo está entrando em um novo ciclo de crescimento e, certamente, é preciso ainda mais confiança do consumidor para uma aquisição a longo prazo, como um imóvel.

“O momento geral é de expectativa e sabemos que teremos mais aquecimento para quando melhorarem as taxas de emprego”, comenta. De toda forma, o número de visitas no plantão de vendas de pessoas interessadas e de negócios não diminuiu. A comercialização dos lotes é feita diretamente com a incorporadora. “Os benefícios são vantajosos e não há necessidade de comprovação de renda”, diz. Os planos de pagamento vão desde à vista, com desconto, até a opção de um sinal de 20% e o restante dividido em até 144 meses. E a incorporadora presenteia com a lavratura da escritura e do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Comodidade de Comércios e Serviços no complexo:                                                             .
Uma das vantagens de morar no Swiss Park é ter toda a comodidade de comércios e serviços necessários no dia a dia. São empresas dos mais variados segmentos como padarias, restaurantes, hortifruti, minimercado, lojas de roupas, de carros, farmácia, academias, salões de beleza, pet shop, bares, lanchonetes, contemplando mais de 50 estabelecimentos comerciais já em funcionamento. “Tudo às portas de casa, com conforto e comodidade para os moradores”, aponta o diretor comercial. Há mais obras em andamento na área comercial do complexo e outras empresas trarão ainda mais diversidade para a gama de serviços oferecidos, inclusive com a expectativa da abertura de uma escola, em 2020.